Não nos falta tempo. O que nos falta é definir nossas prioridades.

Não nos falta tempo. O que nos falta é definir nossas prioridades.

Uma das frases que mais ouvimos no dia a dia é “eu não tenho tempo”.

O que mais vemos são pessoas perdidas se atropelando cheias do que fazer e ao mesmo tempo lamentando por ter deixado para traz uma enorme lista de coisas importantes por fazer. E um enorme desconforto com o que ficou por fazer, ou foi malfeito. Tentam de tudo para economizar tempo, mas ele nunca sobra.

Mas tempo temos demais. São 168 horas por semana disponíveis. Se dormirmos 8 horas por dia, restam 112 horas. Como não temos tempo para realizar o que queremos e precisamos realizar?

A explicação se dá por muitos fatores, e destaco três deles:

  1. Falta de priorização. Definição da vida que queremos ter
  2. Falta de foco. Tentar fazer tudo e, às vezes, ao mesmo tempo
  3. Não cumprimento do que se propôs, por permitir – por um excesso de disponibilidade –  as demandas externas. Neste caso, os outros estão definindo as nossas prioridades.

Por isso, não adianta economizar tempo, pois ele logo será preenchido por algo não prioritário ou por uma prioridade alheia . Assim, o que devemos é definir a vida que queremos,  as prioridades dela (poucas, por favor), dar um espaço para imprevistos e aí, quase que por milagre, teremos tempo.

Temos que nos acostumar a encher a nossa vida com o que tem de ser feito segundo as nossas prioridades. Ter disciplina e perseverar. E assim, o tempo vai sobrar.

Fique certo, toda vez que você achar que não tem tempo, está faltando mesmo é definir suas prioridades.

RL

 

Penedo, 2fev17

Foto: fãsdapsicanalise.com.br

Ideias contidas na palestra da Laura Vanderkam  no TED,

Graduado e Pós-Graduado pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, é especialista em Marketing, Estratégia, Modelagem e Estruturação de Negócios, no Brasil e em Portugal, através da B4-Business Solution. Foi professor de Estratégia e Marketing da Universidade de Pernambuco. Luso-brasileiro, vive em Portugal desde 1996. De lá para cá, percorreu cada canto do país, conhecendo e vivenciando tudo aquilo que Portugal oferece de melhor. É apaixonado por este país de uma dimensão cultural muito maior que o seu tamanho geográfico e populacional. É co-fundador e gestor do PortugalSim.

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